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AGLAIA PUSCH
É atriz, cenógrafa, figurinista e educadora. Fundou e integra a Cia. Paidéia como atriz, realizou diversos festivais, entre eles o I e II FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO PARA A INFÂNCIA E JUVENTUDE: UMA JANELA PARA A UTOPIA em parceria com o Sesc Santo Amaro e colaboração do Goethe-Institut – São Paulo. Foi convidada e participou de muitos festivais nacionais e internacionais entre eles o Festival Internacional para a Infância e Juventude de 2007 em Berlim, na Alemanha, o Festival Internacional de Teatro infanto-juvenil Augenblick mal, o mais importante nesta área (27 de Abril a 02 de Maio de 2005), festival de teatro no Goetheanum na Suíça e festivais no Chile, Equador, Paraguai e Japão. Coordenou o Grupo Vocacional da Biblioteca Kennedy /Paidéia em 2004 e 2003. Participou, junto com Lutz Huebner e Stephan Fischerfeld, de um Workshop sobre Dramaturgia Juvenil em Porto Alegre, organizado pelo Instituto Goethe. Convidada pela central de teatro infanto-juvenil da Alemanha, dirigiu, em conjunto com Amauri Falseti, um projeto piloto com crianças e jovens ciganas em Frankfurt e fazer um Workshop com jovens do projeto Auf dem Weg em Herne na Alemanha. Fez cenários, figurinos e produção de diversas peças da Cia. Paidéia. Trabalhou com jovens da FEBEM em Porto Alegre no Projeto Mutação. De 1979 a 1998 Trabalhou na Associação Comunitária Monte Azul, onde dirigiu o Centro Cultural Monte Azul e foi fundadora do Grupo de Teatro Monte Azul, onde trabalhou como atriz, cenógrafa e organizadora das Mostras Anuais de Teatro Ganhou os prêmios: Coca-Cola Categoria Especial - O Que É O Que É (infantil) Mambembe Incentivo Cultural - Os Que Não Comem, Os Que Não Dormem.
Fundador e diretor da Cia. Paidéia de Teatro, trabalha há 26 anos com jovens em atividades teatrais. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro. Trabalhou com jovens em Frankfurt, a convite da Central de Teatro Jovem da Alemanha e também realizou workshop com jovens do projeto Auf dem Weg em Herne, Alemanha. Há doze anos dirige espetáculos com os alunos da Escola Rudolf Steiner e da Escola Waldorf de São Paulo além de coordenar todos os cursos oferecidos para jovens na Paidéia.
Formou-se em 1999 pelo Teatro Escola Célia Helena e desde então participa como atriz (e posteriormente também como educadora) na Cia. Páidéia de Teatro, onde pôde aprofundar-se na pesquisa do teatro para crianças e jovens, participando de 12 espetáculos e ministrando vivências. Como aperfeiçoamento de formação fez cursos, no Brasil e na Itália, de corpo (contato e improvisação, técnica alexander) voz (técnica vocal para canto, dublagem) e música (canto, percussão e teoria musical). Trabalhou como editora nas editoras: Paz e Terra, Unesp e Cosac&Naify. Coordenou a publicação no Brasil e traduziu diversas peças da Coleção Teatro Completo de Bertolt Brecht e textos teatrais de Büchner, Goethe, Heiner Müller, Renné Pollesh, Armin Petras, Dea Loher e outros. É autora das peças Marlene e o sapo e Via de Regra. Escreveu o roteiro do curta vencedor do festival da Cultura Inglesa “Quero ser Jack White”. Autora da adaptação para jovens de “Fausto 1″ de Goethe (Ed.Girafinha) e do livro “O sorriso de Ana” publicado pela Cia. das Letrinhas. [Voltar]
Fábio Coutinho pertence desde 2002 à Paidéia como ator e arte educador, participando de vários projetos e obras entre elas “Nellie Goodbye” e “Dom Quixote” ambas de Lutz Hübner e “O Sorriso de Ana” de Christine Röhrig sob direção de Amauri de Falseti. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho atuando em “Nas Trilhas da Transiilvânia”. Nessa época conheceu Kazuo Ohno, e a dança Butoh onde, posteriormente com o Grupo Caixa de Imagens, fez o espetáculo em sua homenagem “A Gênese de Kazuo Ohno” entre outros. Com o grupo representou o Brasil em Festivais Nacionais e Internacionais como o de Avignon/França e Der Welt/Alemanha. Trabalhou com Ariela Goldmann e Giani Rato no Projeto Formação de Público “Caiu o Ministério”. Teve como mestre em manipulação de bonecos e objetos o diretor Eduardo Amos, com quem fez sua estréia no teatro com A Bruxinha da Cia. Truks, no TBC. No cinema trabalhou e estudou com Fátima Toledo em “O Coletivo Aleatório” e Durval Discos de Ana Muylaerte. [Voltar]
Ator, estreou profissionalmente em 1966 no teatro oficina com a peça “Os inimigos” de Máximo Gorki e com direção de José Celso Martinez Correa.) Faz parte da Companhia Paidéia de Teatro desde 1998, onde participa como ator na companhia Profissional e como coordenador da companhia jovem. Tem trinta e seis anos de carreira teatral, já atuou com: Antunes Filho, Giani Ratto, Victor Garcia, Amauri Falseti e Mário Maseti, entre outros. Fez cinema – longa metragem com, Roberto Santos, Hermano Penna, Walter Khouri, Leon Hirsman e Mário Kupermann. Participou de elencos com Regina Duarte, Marco Nanini, Renato Borghi, Oton Bastos, Wanderley Martins, Fábio Coutinho, Antonio Abujamra, Otávio Augusto, Paulo José, Maria Fernanda Santoro, Rogerio Modesto, etc. Fez novelas, escreveu e dirigiu Globo-Reporter.
Atriz, formada em teatro não-verbal pela Scuola Teatro Dimitri (Verscio, Suíça), faz parte da Companhia Paidéia de Teatro desde 2003, onde participa como atriz na companhia Profissional, como coordenadora da companhia jovem e educadora no projeto de parceria com ongs e escolas. Desde muito cedo teve envolvimento com a dança, a contação de histórias e trabalhou por três anos com artes circenses. Foi vencedora do segundo prêmio do Festival de Hochdorf de arte de rua1999 (Suíça); Envolveu-se com diferentes trabalhos de formação para crianças e jovens, e hoje integra a equipe do Buffet Casa Amarela. Dirige o coral de Santana desde 1986 e o Coral Paidéia desde 2002. Natural de Santos, foi aluno do Maestro Souza Lima e do pianista José Eduardo Martins. Formou-se no curso de licenciatura em música pela USP. Atua como regente desde 1979. Foi aluno de regência do Maestro Roberto Ricardo Duarte no curso de Teresópolis em 1978. É professor na Escola Waldorf Rudolf Steiner desde 1985, onde dirige o coral do Ensino Médio com 250 alunos e a orquestra da escola. [Voltar]
Iniciou sua carreira artística em 1988, com o Grupo de Teatro Monte Azul sob a direção de Amauri Falseti. Fez vários cursos com grandes nomes do teatro, tais como: Edith Siqueira, Roney Facchini, Madalena Bernades, Valter Portela (CPT), Sotigui Kouyate, etc. Viajou para vários países da América Latina, Europa e Japão representando o Brasil em festivais internacionais. Fez cursos de iluminação com Davi de Brito, Guilherme Bonfante e Abel Kopanski. Trabalha na Paidéia desde sua fundação como Ator, Educador e responsável pela parte técnica do teatro. Desde 1990 trabalha como educador em projetos infanto-juvenis. Atualmente além da Paidéia trabalha no Projeto Mutação, Buffet Casa Amarela e Associação Travessia. [Voltar]
Em meus tempos de criança, vivi mergulhada no chamado “mundo do faz de conta”. Se este lugar é real ou fantasia, cada um decidirá. O que sei, é que ainda hoje me transporto às terras maravilhosas que encantaram e encantam minha alma. Legado do amor materno e, quiçá, de origens mais distantes, o elo com o reino do imaginário e do lúdico levou-me a viajar pelos dias e noites colhendo antigas histórias para tramá-las na urdidura do presente. Era o ano de 1993 quando passei a dedicar-me integralmente. a este fazer que recebeu o nome de “Encantares”. Convidar adultos e crianças a mergulhar nas águas mágicas e sábias das narrativas através da escuta, da conversa, de vivências expressivas e também de cursos, aventurando-se como contador, é o desígnio deste projeto. Para me encontrar em Encantares, também foram significativos os mestres que tive na Licenciatura em Artes Cênicas (Unb), na Especialização em Teatro e Dança (Eca Usp) e nas aulas de dança, consciência corporal, euritmia, teatro, voz, pintura, educação….; os trabalhos como professora de teatro e dança, como pesquisadora na área de educação e cultura na Fundação nacional pró-Memória e Museu Lasar Segall e em teatro profissional como atriz, diretora e outras áreas da criação e produção do espetáculo. Também foram e são mestres preciosos os amigos, o público e a família, que vão compondo o tecido da experiência, vital ao gesto amoroso que é o de ouvir e contar histórias. |











